Ainda sobre meu passeio matinal de hoje alerto para os perigos a que estão sujeitos os pedestres da cidade onde vivo - aliás uma das maiores metrópoles do mundo - e, se aqui está assim, na região da Paulista, uma das mais ricas daqui, imagino o que se apresenta de mobilidade e inclusão neste Brasilzão adentro. Pois bem, na referida área por onde andei hoje (sem bengala), obviamente não encontrei buracos nas calçadas, porém há trechos, como o do Viaduto Santa Generosa, cujo piso é de pedras - muito bonitas, tudo bem -, porém que se tornam extremamente lisas quando molhadas. O mesmo se dá com as infinitas tampas de bueiro e galerias de luz, gás e telefone. Tais tampas de metal, quando molhadas, ficam escorregadias igual as calçadas de pedra.
Fica então o alerta aos pedestres paulistanos, deficientes ou não. E também um apelo ao senhor prefeito, Fernando Haddad, que faça um plano de mobilidade urbana, começando pela do pedestre, digna da importância e grandiosidade da cidade de São Paulo.
Sugestão para a calçada do Viaduto Santa Generosa:
Talvez haja alguma forma de intercalar piso tátil antiderrapante às pedras, sem grande descaracterização do piso original.
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